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ANÁLISE DE DADOS: O CARRO QUE NÃO LIGAVA COM SORVETE DE BAUNILHA - BI XPERIENCE
ANÁLISE DE DADOS: O CARRO QUE NÃO LIGAVA COM SORVETE DE BAUNILHA

ANÁLISE DE DADOS: O CARRO QUE NÃO LIGAVA COM SORVETE DE BAUNILHA

Talvez você já conheça a história do carro Pontiac que tinha um problema com seu funcionamento quando seu proprietário comprava sorvete de Baunilha, mas prestou atenção na perspectiva da ciência de dados?

Um senhor uma vez mandou a seguinte mensagem para a montadora americana, Pontiac:

“Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês e não os culpo por não me responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, que é a de tomar sorvete depois do jantar. Repetimos este hábito todas as noites, variando apenas o tipo de sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo. Recentemente, comprei um novo Pontiac, e desde então minhas idas à sorveteria se transformaram num problema. Sempre que eu compro sorvete de baunilha, quando volto da sorveteria para casa, o carro não funciona. Se comprar qualquer outro tipo de sorvete, o carro funciona normalmente.”

A carta não foi levada a sério pelo pessoal da montadora mas acabou chegando às mãos do presidente da empresa. Ele resolveu investigar o assunto a sério e encarregou um engenheiro de verificar o que ocorria.

O funcionário e o reclamante, foram juntos à sorveteria no Pontiac. O engenheiro sugeriu sabor baunilha, para testar a reclamação, e o carro efetivamente não funcionou. Nos dias seguintes, o funcionário da montadora voltou, à mesma hora, fez o mesmo trajeto, no mesmo carro, e só variou o sabor do sorvete. Percebeu que de fato quando eram comprados outros sabores, o carro funcionava normalmente, porém, não funcionava quando o sabor escolhido era baunilha.

O problema acabou virando uma obsessão para o engenheiro, que passou a anotar todos os detalhes possíveis, gerando diversos dados sobre as experiências. Depois de 2 semanas, com diversos dados levantados chegou à primeira grande conclusão: quando escolhia o sabor baunilha, o comprador gastava menos tempo, já que este tipo de sorvete estava bem na frente dos demais.

Como os dados sobre o tempo gasto na compra do sorvete de baunilha demonstravam a única diferença frente aos dados dos demais sabores, o engenheiro pôde analisar, possíveis problemas relacionados ao tempo entre o desligamento e ligamento do carro. A descoberta foi que como o tempo de compra era muito mais reduzido no caso da baunilha, em comparação com o tempo dos outros sabores, o motor não chegava a esfriar. Com isso os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova partida fosse instantânea.

Dessa forma, foi fácil perceber que o problema não estava bem relacionado ao sabor do sorvete, e sim ao tempo gasto entre o desligamento e ligamento do carro. O que ocorre muitas vezes em diversas outras organizações que enxergam um problema de uma forma que na verdade não é. É como uma miopia de marketing, porém, no problema.

A análise de dados é capaz de levar a conclusões não imagináveis, afinal, os dados estão alí, só é preciso transformá-los em informações relevantes que te levem a resultados além da intuição. E você, como anda utilizando os dados que lhe chegam? Acha que o problema está no “sabor do sorvete” ou há informações por trás disso?

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